quinta-feira, 16 de março de 2017

Os Antigos Memoráveis

E por falar nos anos 70, foi nesta década que a gigante brasileira da indústria de brinquedos, a Estrela, emplaca seu maior sucesso no Futebol de Botão/Mesa – O campo chamado Estrelão. Lembra dele?


A Estrela fabricou o Estrelão entre os anos 72 e 85, e era o desejo de toda criança da época, além da mesa ela também fabricou times e todos os acessórios do até então brinquedo, entre os anos de 1948 a 1979.





Na época dourada do Futebol de Botão, não somente a Estrela fabricava os times, outras grandes marcas como Trol e Gulliver também tinham sua fatia de mercado.

Referência: http://www.minias.com.br/blog/historia/futebol-de-botao/ 13/03/2017 às 19h48min.

Os Primeiros Materiais

Nos anos 20 aos anos 40, por exemplo, os jogos se davam no chão, ou em mesas improvisadas em madeira maciça ou Celotex – que acabou sendo o primeiro nome conhecido da brincadeira. Os jogadores variavam de botões de casacos e paletós (de Galalite, lembra?) e as bolinhas eram feitas de praticamente qualquer material, inclusive miolo de pão!



A partir dos anos 50, fichas de plástico, aquelas usadas em cassinos, começaram a aparecer no cenário em substituição aos botões de roupa, a indústria do brinquedo brasileira também apareceu em cena na fabricação de botões em plástico, mas continuava valendo de tudo, inclusive caixinhas de fósforo cheias de areia para fazerem o papel de goleiros.



Na década de 60 a invenção da vez foram os jogadores com tampas de relógio, isso mesmo, a parte transparente de relógios quebrados eram retiradas e pintadas. Esse material era o Celulóide – uma evolução e tanto. 

Mas foi apenas a partir dos anos 70 que surgiu para o esporte o material que é usado até hoje para os botões profissionais: o acrílico. Os botões nesse material geralmente recebem estampas que são aplicadas com a técnica Silk Screen.


Referência: http://www.minias.com.br/blog/historia/futebol-de-botao/ 13/03/2017 às 19h48min.

A Sensacional História de Um Esporte Brasileiro




Lembra do Futebol de Botão? Conheça a história da brincadeira super divertida que surgiu da vontade de trazer o futebol de campo para dentro de casa e que virou um esporte!

Em tempos de videogames e smartphones, parece que o espaço para a prática de jogos mais sociais como é Futebol de Botão ficou muito escasso, mas aos bons saudosistas, se não mais o praticam, temos certeza que uma viagem no tempo vai trazer boas lembranças, então venha com a gente!

Para quem não conhece, o popularmente conhecido Futebol de Botão, é um jogo de tabuleiro que simula uma partida de futebol de campo, onde os jogadores inicialmente eram feitos de botões de roupas, e daí vem o nome. O jogo é disputado por dois times seguindo-se umas das muitas regras conhecidas, das quais vamos falar mais adiante.


O Surgimento


Vamos começar nossa história pelo surgimento da brincadeira, lá na década de 20 no Brasil, época da qual se tem alguns relatos de que no estado do Pará já se faziam gols com pequenos botões.

Essa é a teoria mais aceita, mas a verdade é que o surgimento dessa brincadeira sempre será um mistério. No leste da Europa se pratica um esporte semelhante ao nosso Futebol de Botão/Mesa chamado Sectorball, e na foto datada de 1910 (Jornal Leader de Londres) a primeira foto conhecida de futebol de mesa – Foto esta recuperada por Milos Krstic, botonista e grande divulgador do esporte na Europa.

Mas pelo menos para os brasileiros que viveram o “Boom” do brinquedo e para muitos botonistas (como é denominado o praticante do esporte) no Brasil e no mundo, não há nada que nos tire o título de inventores desse esporte.



Referência: http://www.minias.com.br/blog/historia/futebol-de-botao/ 13/03/2017 às 19h48min.

quarta-feira, 15 de março de 2017

O Futebol de botão ganha o mundo

O Futebol de Mesa, tal como ele é jogado no Brasil e suas variações, é praticado em diferentes países, entre eles, Argentina[40], Uruguai[41], Chile, Espanha[42] [43][44], Romênia[45], Hungria[46], República Tcheca[47], Eslováquia[48], Polônia[49], Sérvia, Croácia, Suiça, Russia, Ucrânia e Japão[50].


Modalidade Sectorball


O Sectorball[51] é um esporte praticado notadamente no leste da Europa, com muitos pontos em comum com o Futebol de Mesa praticado no Brasil. Já foram disputados cinco campeonatos mundiais de Sectorball, sendo o último realizado na Hungria no ano de 2009 pela Federação Internacional de Sectorball.

Países Campeões dos Torneios dos quais o Brasil participou:

ANO
LOCAL
1° COLOCADO
2° COLOCADO
3° COLOCADO
2007
 Budapeste
 Hungria
 Romênia
 Sérvia
2009
 Budapeste
 Hungria
 Romênia
 Sérvia
2012
 Rio de Janeiro
 Hungria
 Brasil
 Sérvia
2015
 Debrecen
 Romênia
 Hungria
 Sérvia

Atletas Campeões Mundiais dos Torneios dos quais o Brasil participou:

ANO
LOCAL
1° COLOCADO
2° COLOCADO
3° COLOCADO
2007
 Hungria
 Pákai György
 Seremet Szilárd
 Fülöp Elemér
2009
 Hungria
 Seremet Szilárd
 Fülöp Elemér
 István Mártonfi
2012 [52]
 Rio de Janeiro
 Szendrey Tibor
 István Mártonfi
 Szatmári Tamás
2015 [53]
 Debrecen
 János Koczor
 Viktor Lukács
 Pákai György

A Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM) introduziu oficialmente o Sectorball no Brasil em 2010, através da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro (FEFUMERJ) e a partir de 2011 começou a ser realizado o Campeonato Brasileiro de Sectorball.Atletas Campeões Brasileiros da modalidade Sectorball

ANO
LOCAL
INDIVIDUAL
DUPLAS
CLUBE
2011[54]
 Rio de Janeiro
 Robson Marfa (CRVG)
 R. Marfa/M. Lages (CRVG)
 Vasco da Gama
2012[55]
 Rio de Janeiro
 Marcelo Lages (CRVG)
 Igor/M. Lages (CRVG)
 Vasco da Gama
2013[56]
 Rio de Janeiro
 Marcelo Lages (CRVG)
 R. Marfa/W. Gomes (CRVG)
 Vasco da Gama
2014[57]
 Rio de Janeiro
 Weber Gomes (CRVG)
 H. Gomes/R. Pinheiro (SVMZ)
 Vasco da Gama
2015[58]
 Rio de Janeiro
 Robson Marfa (CRVG)
 R. Marfa/M. Lages (CRVG)
 Vasco da Gama
2016[59]
 São Paulo
 Weber Gomes (CRVG)
 R. Marfa/Weber Gomes (CRVG)
 Vasco da Gama
A coordenação e implantação da modalidade Sectorball no Brasil foi entregue, pela CBFM e FEFUMERJ, a Marcelo Lages, atleta do CR Vasco da Gama, ao nível nacional, e a Marcelo Coutinho, atleta do Bangu AC, ao nível estadual. Como modalidade já oficialmente adotada pela entidade, dentro da CBFM, que participou dos dois últimos Campeonatos Mundiais, o Sectorball possui hoje o mesmo status que as quatro modalidades tradicionais e oficiais brasileiras (Disco 1 Toque, Bola 3 Toques, Bola 12 Toques e Dadinho 9x3).


Notas e referências:

40. Ir para cima↑ - Fonte: Diario La Nación

41. Ir para cima↑ - Fonte: FÚTBOL DE MESA DE BOTONES SALTO, URUGUAY

42. Ir para cima↑ - Fonte: Asociación Valenciana Fútbol Botones

43. Ir para cima↑ - Fonte: Asociación Jerezana Fútbol Botones

44. Ir para cima↑ - Fonte: Associació Catalana de Futbol Botons

45. Ir para cima↑ - Fonte: Site Romeno sobre Sectorball

46. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação Húngara de Sectorball

47. Ir para cima↑ - Fonte: Site Tcheco sobre Futebol de Botão

48. Ir para cima↑ - Fonte: Site Eslovaco sobre Futebol de Botão

49. Ir para cima↑ - Fonte: Site Polonês sobre Futebol de Botão

50. Ir para cima↑ - Fonte: Site Japonês sobre Futebol de Botão (Modalidade Bola 12 Toques)

51. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - SECTORBALL, ESCLARECENDO DÚVIDAS

52. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - HÚNGARO SZENDREY TIBOR É CAMPEÃO MUNDIAL INDIVIDUAL

53. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - COPA DO MUNDO DE 2015 – BRASIL VENCE TUDO NA BOLA 12 TOQUES E MOSTRA EVOLUÇÃO NO SECTORBALL

54. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - 1° CAMPEONATO BRASILEIRO DE SECTORBALL

55. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - RESENHA DO II CAMPEONATO BRASILEIRO

56. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - MARCELO LAGES É BI-CAMPEÃO BRASILEIRO

57. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - IV CAMPEONATO BRASILEIRO DE SECTORBALL – RESENHA

58. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - V CAMPEONATO BRASILEIRO DE SECTORBALL – RESENHA

59. Ir para cima↑ - Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - CAMPEONATO BRASILEIRO DE SECTORBALL 2016 – RESENHA


https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

A Modalidade Dadinho



A bola de jogo é um cubo confeccionado em acrílico ou material semelhante e conhecido por "dadinho". Cada face do cubo mede 0.6mm x 0.6mm e o seu peso varia entre 0,1 e 0,3 g. Suas faces devem ser lisas, sem saliências, sem nenhum tipo de adesivo ou decalque, não sendo permitido nenhum tipo de marcação. Os jogadores são discos circulares, semelhantes a botões com diâmetro máximo de 60 mm e mínimo de 35 mm, e sua altura máxima de 1 cm, podendo ser de qualquer cor ou combinação de cores, de qualquer material, com exceção metal e vidro. 

Os botões de uma mesma equipe poderão ser de tamanhos diferentes, como também, poderão ser de cores diferentes entre si, porém todos devem estar numerados. Cada botão somente poderá dar no máximo 3 (três) toques consecutivos ("palhetadas") individualmente e cada equipe somente poderá dar no máximo 9 (nove) "palhetadas" coletivas, devendo até o 9º (nono) toque obrigatoriamente ser um chute ou arremesso ao gol, caso não ocorra, no local aonde o "dadinho" parar, será efetuada uma cobrança de falta indireta.[13]

Foi assinada no dia 10 de dezembro de 2011, na sede da Federação Paulista de Futebol de Mesa, a oficialização da modalidade Dadinho. A modalidade foi aprovada por unanimidade pela Coordenação de Regras Experimentais da Confederação Brasileira de Futebol de Mesa (CBFM), pelas 3 regras já oficiais (Bola 12 toques, Bola 3 toques e Disco 1 toque), chancelada pelo presidente da CBFM, Sr. José Jorge Farah Neto, e passou a ser considerada oficial a partir do dia 01/01/2012.[14]

Referência: 



A Modalidade Disco

Vulgarmente conhecida como "Regra Baiana", possui duas vertentes ("Liso", onde os botões são lisos por baixo, e "Livre", onde os botões são ocos por baixo) e é a modalidade há mais tempo organizada. A primeira Associação dedicada a esta Regra foi estabelecida em 1959, em Alagoinhas (BA), permanecendo em atividade ininterrupta até os dias de hoje.

A primeira grande competição inter-estadual da modalidade Disco 1 Toque foi o Campeonato Norte-Nordeste (popularmente chamado de "Nordestão") em 1969. No ano seguinte, 1970, foi disputado o primeiro Campeonato Brasileiro Individual da modalidade.

A 37ª edição do evento foi disputada em Porto Alegre (RS) em 2010 e consagrou Alenio Cheble, atleta da Portuguesa (RJ), como o primeiro botonista na história a conquistar o título máximo tanto na vertente "Livre" (foi Campeão em 2000, em Salvador - BA), quanto na vertente "Liso".

Os atuais Campeões Brasileiros de Clubes são a Associação Riograndina de Futebol de Mesa (RS), no "Livre" e a Associação Santamarense de Futebol de Mesa (BA), no "Liso", competição realizada em Vitória (ES).

Também na modalidade Disco 1 Toque é bastante comum a participação de tradicionais clubes de futebol, que possuem departamentos de Futebol de Mesa, tais como Bangu, Portuguesa e Vasco (RJ), Nacional (SP), Bahia (BA) e Grêmio (RS).

Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

A Modalidade 3 toques

Vulgarmente conhecida como "Regra Carioca", é disputada principalmente nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goias, São Paulo, Pernambuco, Amazonas e no Distrito Federal. É considerada a mais difícil para adaptação e aprendizado, por conter basicamente todas as regras do futebol de campo, como impedimento, sobrepasso, tiro livre. O tempo de duração é de 40 minutos, sendo dois de 20 com intervalo de 5 minutos.

O Campeonato Brasileiro Individual [12] da modalidade Bola 3 Toques é disputado desde o início da década de 1980, tanto individualmente, como de equipes. O campeonato de equipes foi ao longo dos anos sendo modificado em sua forma de disputa, inicialmente com 2 atletas. No final da década de 1980 passou para 3 atletas e a partir dos anos de 1990 foi adotada a formula atual de 4 atletas por equipe.

O atual campeão brasileiro de clubes é o Tupy de Juiz de Fora. O campeão individual é Antonio Ornelas do Vasco da Gama do Rio de Janeiro , na categoria sênior acima de 38 anos o atual campeão é Lorival Ribeiro do Liberdade de Belo Horizonte, e na categoria master acima de 45 anos Benjamim Abaliac do Grêmio Mineiro de Belo Horizonte.

Em 2005 foram criadas as Copas do Brasil Individual e de Clubes sendo Vander Felipe(MG) o 1º campeão individual, o atual campeão é Paulo Marcos de França do Tupy de Juiz de Fora (MG).

Na competição de Clubes a Portuguesa (MG) conquistou o 1º titulo em 2005, em seguida a ACFB (RJ) venceu nos anos de 2006 e 2007, em 2008 o Grêmio Mineiro (MG) e em 2009 o Rio Branco de Americana, deu o primeiro titulo nacional para o estado de São Paulo. A atual equipe campeã é o Comari de Teresópolis.

Referência: 




A Modalidade 12 Toques

Vulgarmente conhecida como "Regra Paulista"[4]. Cada partida tem a duração de 20 (vinte) minutos e é disputada em 2 (duas) fases de 10 (dez) minutos, com intervalo máximo de 5 (cinco) minutos entre a primeira e segunda fases. Estando um jogador com a posse de bola, este terá direito a um limite coletivo de 12 (doze) toques, sendo que se até o 12º toque não houver chute a gol, será punido com tiro livre indireto cobrado do local onde a bola estiver estacionada. Cada botão, obedecido o limite coletivo de 12 (doze) toques, terá direito a 3 (três) toques ou acionamentos consecutivos. Se ocorrer um quarto acionamento consecutivo, será punido com tiro livre indireto cobrado onde ocorreu o toque excedente.

O Campeonato Brasileiro Individual da modalidade Bola 12 Toques é disputado desde o final do anos de 1980 e dele participam os melhores botonistas da modalidade de cada Estado do Brasil, que classificam-se para o evento mediante um sistema de "cotas" distribuídas pela Confederação Brasileira de Futebol de Mesa às federações estaduais.

O Campeonato Brasileiro de Clubes [5] da modalidade Bola 12 Toques é disputado desde de 2007. Atualmente participam clubes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Alagoas, Piauí, Goiás e Rio Grande do Sul.

O Campeonato Brasileiro Máster de Clubes teve como campeão seu primeiro campeão, no ano de 2011, o Maria Zélia (SP)[6] e, em sua segunda edição, no ano de 2012, o campeão foi o Club de Regatas Vasco da Gama (RJ)[7].

Em 2009 foi realizado na cidade de Budapeste (Hungria) o primeiro Campeonato Mundial da modalidade Bola 12 Toques, sendo o Brasil campeão por equipes com a seguinte formação: Mauro Michilin (Palmeiras), Toninho (Palmeiras), Tadeu Sanchis (Corinthians), Marcelo Lages (Vasco), Carlos Renato (Vasco) e Harutiun Muradian (Maria Zélia) - o técnico foi De Franco (Palmeiras). O atleta Marcos Paulo Liparini Zuccato, mais conhecido como Quinho (Palmeiras), foi o Campeão Mundial Individual.

Em 2012 foi realizado na cidade do Rio de Janeiro (Brasil) o segundo Campeonato Mundial da modalidade Bola 12 Toques [8], sendo o Brasil novamente campeão por equipes com a seguinte formação: Marcos Paulo Zuccato (Quinho) (Palmeiras), Tadeu Sanchis (Corinthians), Jefferson Genta (Maria Zélia), Paulo Audician (Farinha) (Círculo Militar), Roberto Rodrigues (Clube Curitibano), Victor Heremann (IVN Londrina), Lucas Assumpção (America) e Rhaniery Jardim (Vasco da Gama) - a comissão técnicá foi composta por De Franco (Cisplatina) e Marcelo Lages (Vasco da Gama). O atleta Rogério Nascimento (Clube Curitibano), foi o Campeão Mundial Individual.

Em 2012 foi realizado na cidade de Rosário (Argentina) o primeiro Campeonato Sul-Americano da modalidade Bola 12 Toques [9], sendo o Brasil pela primeira vez campeão por equipes com a seguinte formação: Fábio Borges (América-RJ), Igor Monteiro (Vasco da Gama) e Marcelo Lages (Vasco da Gama). A equipe do Vasco da Gama foi o representante brasileiro na competição por clubes e se tornou o primeiro clube campeão sul-americano de bola 12 toques, com a seguinte formação: Alexandre Gomes, Igor Monteiro, José Antônio e Marcelo Lages[10]. Na categoria individual, o brasileiro Fábio Borges (América-RJ) se tornou campeão ao derrotar o também brasileiro Igor Monteiro (Vasco da Gama) na final[11].

Referências:


1. Museu do futebol recebe torneio de futebol de botão - Fonte: Revista Veja SP publicado em 16/02/2011

2. Campeonato Brasileiro de Clubes | Petrópolis/RJ - Fonte: RJ InterTV exibido em 16/11/2011

3. Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - MARIA ZÉLIA É O PRIMEIRO CAMPEÃO BRASILEIRO MASTER POR EQUIPES

4.Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - II Campeonato Brasileiro Máster de Clubes

5. Fonte: Site da Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - MUNDIAL DE BOLA 12 TOQUES - RESENHA

6. Fonte: Site da Confederação Brasileira de Futebol de Mesa - SUL-AMERICANO DE BOLA 12 TOQUES

7. Fonte: Site da Confederação Brasileira de Futebol de Mesa - VASCO NO SUL-AMERICANO DE BOLA 12 TOQUES

8. Fonte: Site da Confederação Brasileira de Futebol de Mesa - SUL-AMERICANO DE BOLA 12 TOQUES

9. https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

O Reconhecimento



Através da Resolução N.º 14, de 29 de setembro de 1988, acatando ao Of. N.º 542/88 e ao Processo N.º 23005.000885/87-18, baseado na Lei N.º 6.251, de 8 de outubro de 1975 e no Decreto N.º 80.228, de 25 de agosto de 1977, assinada pelo seu então Conselheiro-Presidente Manoel José Gomes Tubino, o CND (Conselho Nacional de Desportos) reconhece o Futebol de Mesa como modalidade desportiva praticada no Brasil, como uma vertente dos esportes de salão, no qual se incluem o xadrez e o bilhar, por exemplo. O Futebol de Mesa [3] é praticado oficialmente em cinco modalidades; quatro oficiais (Disco, Bola 12 Toques, Bola 3 Toques e Dadinho) e uma experimental (Pastilha).

A CBFM (Confederação Brasileira de Futebol de Mesa) regula e orienta a prática desse esporte no Brasil. Uma das principais lutas dos praticantes é fazer com que o esporte seja conhecido pelos leigos como Futebol de Mesa e não como Jogo de Botão, pois essa associação faz com que o esporte esteja ligado à prática de um jogo infantil o que dificulta seu reconhecimento público como esporte e, consequentemente, seu desenvolvimento.

Após o reconhecimento institucional do Futebol de Mesa como esporte, as modalidades passaram por um crescimento estrutural e conceitual sem precedentes. As federações estaduais foram organizando-se e ganhando "status" semi-profissional e atualmente, existe uma interligação estrutural entre os eventos promovidos pelas federações estaduais. O Futebol de Mesa (também chamado de Futmesa), desenvolve campeonatos estaduais individuais e por equipes. Os grandes clubes de futebol também têm equipes participando, como Corinthians, Nacional, Palmeiras, Rio Branco e Santos em São Paulo e America, Bangu, Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Friburguense no Rio de Janeiro.

Referência: 
Futebol de Mesa tenta sobreviver a "era do videogame" - Fonte: Uol Esportes publicado em 19/12/2001
https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

O botão de "Banca de Jornal"



Quase que concomitante ao lançamento dos botões Onze de Ouro, a febre do jogo de botão invadiu o Brasil e foram lançadas algumas séries denominadas "Craks da Pelota", onde existiam os "patente requerida" e "marca registrada", brincadeira derivada do fato de vir escrito atrás da chapinha que prendia o rosto do jogador, estas palavras. 

Outras séries que foram muito populares entre meados dos anos 60 até os anos 70

Também criaram a série "Ídolos do Futebol" que além de ser vendida em bancas de jornal, era encontrada também nos grandes magazines. 



O último modelo que saiu com o rosto dos jogadores de futebol era a série Gulliver, que veio com algumas variações, dentre elas um botão chamado "cristal". Estes dois últimos modelos são vendidos ainda hoje em grandes magazines, porém, apenas com os distintivos de grandes clubes de futebol e seleções.



Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

Coleção "Onze de Ouro"


A "coleção onze de ouro" foi feita em homenagem às seleções brasileiras de 1958 e 1962, equipes campeãs mundiais, e os times que possuíam jogadores nestas seleções e que tinham maior destaque à época no Brasil, que eram os paulistas; Palmeiras, Santos, São Paulo, Portuguesa e Corinthians; e os cariocas; Flamengo, Botafogo, Vasco, Fluminense e América.

Esta coleção teve duas etapas, a primeira em 1964 e a segunda em 1965; eram botões vendidos em bancas de jornal, em pacotinhos com um botão dentro e para se conseguir as palhetas (apertadeiras e outros nomes dependendo do estado), goleiros e as traves (goleiras no sul) era preciso trocar "jogadores chaves" pelos mesmos. A coleção até hoje é procurada pelos colecionadores sedentos por possuir os grandes jogadores de uma época de ouro de nosso futebol.

A Estrela lançou, já na década de 1970, um novo botão, mais alto, porem mais barato e de menor qualidade que o famoso "canoinha", eram eles "o estrela chutador".

A "Estrela" lançou também, após a série com os fotos dos jogadores, uma série com escudos dos clubes de futebol do Brasil.

Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

Os "Bolagol"

Eram botões fabricados pela "Plásticos Santa Marina" tendo de início o nome "Futebol Miniatura"; vinham em caixas de time simples ou em caixas de times duplos, as caixas eram assim:

· Caixa dupla com o nome antigo de "Futebol Miniatura"
· Caixa "BOLAGOL" simples, já com o nome Bolagol

Os fabricantes de botões "BOLAGOL" primaram em fazer uma das maiores coleções de times do Brasil e estrangeiros de que se tem notícia, ninguém fabricou tamanha diversificação de times de tantos estados brasileiros; a coleção é composta por aproximadamente 130 equipes entre brasileiras, seleções e estrangeiras.

Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

O início de um esporte

Crianças jogam futebol de botão.

O futebol de botões foi inventado em 1930[1] pelo brasileiro Geraldo Cardoso Décourt, que, primeiro jogava com botões de de madeira, passando posteriormente a usar os botões de plastico. Dessa brincadeira de criança surgiu o "jogo de botões", aquilo que se tornaria o esporte difundido e praticado como modalidade esportiva, apresentando uma diversidade de regras e materiais, tendo adeptos em um grande número de países[2].

O dia do nascimento de Geraldo Décourt em 14 de fevereiro, foi oficializado pelo governador Geraldo Alckmin, em São Paulo, no ano de 2001, como o "dia do botonista".

Décourt foi um incansável divulgador e organizador de eventos de futebol de mesa, o que propiciou o desenvolvimento do esporte, assim como sua popularização.

Paralelamente a esse incremento de regras e desenvolvimento de materiais cada vez mais adequados à execução do jogo, em diversas regiões do Brasil, mormente nas décadas de 1930 a 1980, várias modalidades eram praticadas, usando-se diversos tipos de botões e superfícies onde os mesmos deslizavam, desde o piso das casas, mesas de jantar, até o famoso "Estrelão", mesa de jogo sem cavaletes, produzida pela fábrica Estrela, durante os anos 70.

Famosos ficaram os "botões de osso" ou de "paletó”, que nada mais eram que os botões retirados dos antigos ternos; dentre esses, uma classe de botões conhecida como "Paulo Caminha" marcou época; depois vieram as "capas de relógios", que nada mais eram que os "vidros' substituídos dos relógios que iam para conserto; finalmente, na década de 1950, surgiram os botões industrializados, de plástico, com adesivos colados ao centro, contendo os escudos ou mesmo as faces dos jogadores dos times famosos do Brasil.

Os botões de acrílico já eram utilizados, entretanto, em uma proporção bem menor em relação aos dias de hoje, quando são predominantes.

Os botões industrializados começaram com os famosos canoinhas, que eram botões rebaixados no meio, com o rosto do jogador ao centro, normalmente com imagem em preto e branco; existiram até alguns coloridos. Algumas fábricas os fizeram, Estrela, Trol e outras.



Referências:
1. http://almanaque.folha.uol.com.br/folhinha.htm - Datas que valem apenas lembrar
2. Futebol de Botão: uma curtição brasileira - Fonte: Revista Placar - Edição Janeiro 1987


https://pt.wikipedia.org/wiki/Futebol_de_bot%C3%A3o Em 15/03/2017 às 13h39.

Como surgiu o futebol de botão?

Sua origem é incerta, mas tudo indica que ela pertence ao Brasil. Relatos de antigos colecionadores contam que marmanjos do Pará já brincavam de fazer gols com pequenos botões por volta da década de 20. Logo, o jogo chegaria ao Rio de Janeiro, onde, em 1930, o músico e publicitário Geraldo Décourt publicou o primeiro livro de regras oficial. “A partir do Rio, o futebol de botão passou a ser difundido para vários outros estados”, afirma Élcio Vicente Buratini, vice-presidente da Confederação Nacional de Futebol de Mesa, sediada em São Paulo. Naquela época, o jogo tinha um nome bem estranho: Celotex, o mesmo do material de que eram feitas as mesas. Com a popularização do jogo em todo o país, cada região desenvolveu suas próprias regras. Mas a brincadeira ficou coisa séria em 1988, quando o Conselho Nacional do Desporto reconheceu o futebol de botão como esporte legítimo, oficializando as três modalidades praticadas até hoje: baiana, carioca e paulista.


A principal diferença entre elas é o número de toques que o praticante pode dar na bola a cada lance. Os jogadores também evoluíram bastante ao longo das décadas. Inicialmente, eles eram feitos de qualquer material disponível: de botões de casaco a pedaços de casca de coco. Era preciso mesmo muita imaginação para enxergar ali um craque da época, como Leônidas da Silva ou Friedenreich. As bolinhas exigiam uma improvisação ainda maior. No início, valia apelar até para miolo de pão ou farinha de mandioca misturada com água. Hoje, elas são de plástico ou de feltro.

Dos anos 20 ao século XXI. veremos a seguir, os materiais usados no futebol de botão foram modificados ao longo das décadas:

A Mesa
Os primeiros campos eram feitos de madeira maciça – lisa ou revestida com placas de feltro – ou Celotex, material feito a partir do bagaço da cana-de-açúcar. Hoje, as mesas são de aglomerado, uma mistura de serragem de madeira com cola.

Botões de roupa
Entre a década de 20 e a de 40, a maioria dos jogadores eram feitos de botões de casacos ou paletós. Alguns praticantes lixavam as bordas deles para que deslizassem melhor.

Fichas
Por volta dos anos 50, fichas de plástico, usadas em cassinos, começaram a substituir os botões de roupa. Em alguns casos, elas eram polidas em pedras de mármore, com água e sapólio.

Tampas de relógio
Na década de 60, entraram em campo novos craques. As tampas eram pintadas e recebiam aplicações de números e distintivos de times.

Acrílico
Introduzido no início dos anos 70, esse material é usado até hoje. Estampas são impressas por silkscreen.

Também de acrílico, os botões argola são os preferidos dos profissionais até hoje. Segundo eles, o furo faz com que a peça tenha um atrito mais regular com a mesa.

Bolinhas, Goleiros e Palhetas
As bolinhas, que já foram feitas de miolo de pão, cortiça e lã, hoje são de plástico ou feltro. O acrílico usado nos jogadores é o mesmo material de onde saem os goleiros. Essa resina também serve para produzir a palheta – peça usada para impulsionar os craques pela mesa –, embora também existam modelos de plástico e madrepérola.

Materiais alternativos
Para montar um time, vale tudo. Há jogadores feitos de chifre de boi, de madeira e de casca de coco.

Referências:
Por Redação Mundo Estranho em 18/04/2011 às 18h57min. Atualizado em 19/08/2016 às 17h11min.