Nos anos 20 aos anos 40, por exemplo, os jogos se davam no chão, ou em mesas improvisadas em madeira maciça ou Celotex – que acabou sendo o primeiro nome conhecido da brincadeira. Os jogadores variavam de botões de casacos e paletós (de Galalite, lembra?) e as bolinhas eram feitas de praticamente qualquer material, inclusive miolo de pão!

A partir dos anos 50, fichas de plástico, aquelas usadas em cassinos, começaram a aparecer no cenário em substituição aos botões de roupa, a indústria do brinquedo brasileira também apareceu em cena na fabricação de botões em plástico, mas continuava valendo de tudo, inclusive caixinhas de fósforo cheias de areia para fazerem o papel de goleiros.
Na década de 60 a invenção da vez foram os jogadores com tampas de relógio, isso mesmo, a parte transparente de relógios quebrados eram retiradas e pintadas. Esse material era o Celulóide – uma evolução e tanto.
Mas foi apenas a partir dos anos 70 que surgiu para o esporte o material que é usado até hoje para os botões profissionais: o acrílico. Os botões nesse material geralmente recebem estampas que são aplicadas com a técnica Silk Screen.

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